<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6889857302252974307</id><updated>2009-11-12T18:38:47.644Z</updated><title type='text'>deus finalmente explicado às crianças</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rita</name><email>ritasantos@netcabo.pt</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6889857302252974307.post-3881510021834894005</id><published>2008-02-07T00:55:00.000Z</published><updated>2008-02-07T07:12:45.984Z</updated><title type='text'>Pensamento religioso vs Pensamento científico</title><content type='html'>Para o pensamento religioso quanto mais antigo mais verdadeiro. Remontar às origens é remontar a uma verdade essencial, que ficou perdida algures lá atrás, no princípio dos princípios, ou no momento preciso da revelação verdadeira e, eventualmente, definitiva. A iluminação de Buda, a revelação de Jesus, a pregação de Maomé. Pelo contrário, na ciência, o antigo tende a ser ultrapassado. Einstein pode, sem dúvida, reconhecer que Newton tinha chegado tão longe quanto era possível no seu tempo, mas dificilmente, a não ser que saísse do discurso científico e passasse para o discurso religioso, poderia defender que Newton estava mais correcto do que ele, Einstein, apenas porque tinha surgido antes de Einstein. A verdade, em ciência, não é revelada por Newton nem por Einstein, pela simples razão de que em ciência a verdade não existe. Ou ao menos não existe com V grande, como acontece na religião. Claro que há muito do pensamento religioso que passou para a ciência, como existe muito do pensamento científico que já estava na religião. Não vale a pena ter ilusões em relação a isto. A ciência não instaura, ao contrário do que alguns quiseram crer, um maravilhoso mundo novo onde a verdade científica surge como uma Boa-Nova, uma nova revelação pronta a lançar a religião para o mundo obscuro da fantasia e da superstição. Tal ideia aliás transformaria a ciência numa nova religião e levaria a que esta acabasse por representar aquilo mesmo que se propunha substituir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilo de que precisamos, provavelmente, é de uma religião que se projecte no futuro e que ponha a hipótese, mesmo que frágil e provisória, de que tudo aquilo em que se acreditou no passado pudesse ser apenas erro, mentira e ilusão. E de uma ciência que não corte em absoluto com o passado, mas que aprenda a ver nos seus erros, mentiras e ilusões, o fundo de verdade, ou de ânsia para a verdade, que todas as tentativas humanas de esclarecer um assunto sempre contêm. Sem nenhuma cedência ao obscurantismo, precisamos de uma ciência aberta; e sem nenhuma cedência às verdades do momento, ainda que oriundas da ciência, precisamos de uma religião desperta. Sem falsos dogmatismos nem irracionais arrogâncias. A religião só pode iluminar a ciência na exacta medida em que a ciência a pode esclarecer. Se as verdades de hoje são as ilusões de amanhã, as ilusões de ontem não podem ser as verdades de hoje.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6889857302252974307-3881510021834894005?l=deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/feeds/3881510021834894005/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6889857302252974307&amp;postID=3881510021834894005&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/3881510021834894005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/3881510021834894005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/2008/02/pensamento-religioso-vs-pensamento.html' title='Pensamento religioso vs Pensamento científico'/><author><name>jctp</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12806079572028908823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='01167707685006889748'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6889857302252974307.post-2743168797709940258</id><published>2008-02-03T23:12:00.000Z</published><updated>2008-12-08T21:12:26.777Z</updated><title type='text'>Sabores Divinos I</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_N243cyyQAkk/R13KOyWe6MI/AAAAAAAAAEI/9gyVm_Hg3yQ/s1600-h/taste08.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_N243cyyQAkk/R13KOyWe6MI/AAAAAAAAAEI/9gyVm_Hg3yQ/s320/taste08.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142488704910026946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pão de Deus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Para a massa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* 500 grs de farinha&lt;br /&gt;* 150 grs de açúcar&lt;br /&gt;* 2 ovos&lt;br /&gt;* 30 grs de fermento de padeiro&lt;br /&gt;* 100 grs de manteiga&lt;br /&gt;* 1 dl de leite morno&lt;br /&gt;* raspa e sumo de 1/2 laranja&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Para cobrir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;* 1 ovo&lt;br /&gt;* 80 grs de coco ralado&lt;br /&gt;* 2 colheres de sopa de açúcar&lt;br /&gt;* açúcar em pó q.b.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Confecção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Coloque a farinha sobre a mesa e faça uma cova no centro.&lt;br /&gt;Ponha na cova o fermento e amasse com o leite morno e farinha (pouca), faça uma bola e deixe levedar.&lt;br /&gt;Retire a bola de fermento do centro da farinha, e deite a manteiga o açúcar e a raspa e sumo da laranja, amasse tudo à mão muito bem.&lt;br /&gt;Adicione os ovos um a um , amassando sempre e por fim o fermento envolvendo bem e amasse, batendo, cortando a massa até ficar elástica.&lt;br /&gt;Vá polvilhando com farinha necessária até a massa descolar da mesa.&lt;br /&gt;Esta massa deve ficar macia e mole, tal como a massa do pão.&lt;br /&gt;Põe-se a massa num alguidar, tapa-se com um pano e deixa-se levedar em local temperado até duplicar de volume.&lt;br /&gt;Depois de levedada a massa, ponha novamente na mesa polvilhe com farinha dê o feitio de uma bola ou várias bolas, coloque num tabuleiro bem untado com margarina e polvilhado com farinha.&lt;br /&gt;Deixe levedar novamente até duplicar de volume.&lt;br /&gt;Depois de duplicar, pincele ao de leve com gema de ovo e com jeito e cuidado para que a massa leveda não baixe ponha a massa de coco que entretanto preparou: misturando o coco ralado com o açúcar e a clara de ovo e mexa até formar uma papa.&lt;br /&gt;Leve a cozer em forno médio durante 35 minutos.&lt;br /&gt;Convém verificar com um palito se está cozido.&lt;br /&gt;Retire do forno, e do tabuleiro, e polvilhe com açúcar em pó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;receita de Felicia Sampaio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; in &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Roteiro Gastronómico de Portugal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em vão procurei saber a origem do nome deste bolo, sem que tivesse tido qualquer êxito; julguei que pudesse estar ligada à celebração do dia de Todos-os-Santos e à tradição de as crianças sairem à rua para pedirem  pão-por-deus; novamente me enganei; nesse dia o doce é outro e toma o nome de Santoro; publicarei mais sobre esta tradição no próximo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sabores Divinos. &lt;/span&gt;Entretanto, se alguém souber alguma coisa sobre a origem deste bolo é muito bem vindo!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6889857302252974307-2743168797709940258?l=deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/feeds/2743168797709940258/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6889857302252974307&amp;postID=2743168797709940258&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/2743168797709940258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/2743168797709940258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/2008/03/sabores-divinos-i.html' title='Sabores Divinos I'/><author><name>Rita</name><email>ritasantos@netcabo.pt</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02323280193405912386'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_N243cyyQAkk/R13KOyWe6MI/AAAAAAAAAEI/9gyVm_Hg3yQ/s72-c/taste08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6889857302252974307.post-261729342948853447</id><published>2008-01-16T23:32:00.000Z</published><updated>2008-01-16T23:37:42.688Z</updated><title type='text'>Subscrevo</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Física moderna leva-nos necessariamente a Deus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(Arthur Eddington)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6889857302252974307-261729342948853447?l=deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/feeds/261729342948853447/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6889857302252974307&amp;postID=261729342948853447&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/261729342948853447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/261729342948853447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/2008/01/subscrevo.html' title='Subscrevo'/><author><name>Rita</name><email>ritasantos@netcabo.pt</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02323280193405912386'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6889857302252974307.post-1782352625785345147</id><published>2008-01-13T21:41:00.000Z</published><updated>2008-01-13T21:44:18.125Z</updated><title type='text'>Sade &amp; Dawkins</title><content type='html'>(...)&lt;br /&gt;Mas com que direito pretende submeter-me&lt;br /&gt;Ao seu erro aquele que a mentira escraviza?&lt;br /&gt;Necessitarei acaso do Deus que abjura&lt;br /&gt;A minha razão para aceitar as leis da natureza?&lt;br /&gt;Nela tudo se move, e o seu seio criador&lt;br /&gt;Age continuamente sem ajuda de um motor.&lt;br /&gt;Que ganharia eu com essa dificuldade?&lt;br /&gt;Demonstrará esse Deus a causa do Universo?&lt;br /&gt;Se cria, foi criado e eis-me de novo incerto&lt;br /&gt;Como antes de recorrer a ele.&lt;br /&gt;Foge, foge para longe, impostura infernal;&lt;br /&gt;Cede, desaparecendo, às leis da natureza:&lt;br /&gt;Ela faz tudo por si própria, tu não passas do vazio&lt;br /&gt;Onde a sua mão nos foi buscar quando nos criou.&lt;br /&gt;Some-te pois, execrável quimera!&lt;br /&gt;Foge para longe, abandona a terra,&lt;br /&gt;Onde não encontrarás senão corações empedernidos&lt;br /&gt;Pela algarviada mentirosa dos teus míseros amigos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a mim, confesso, o ódio que te tenho&lt;br /&gt;É ao mesmo tempo tão certo, tão grande e tão forte&lt;br /&gt;Que seria com prazer, Deus vil, e sem pressas,&lt;br /&gt;Que me masturbaria sobre a tua divindade,&lt;br /&gt;Ou enrabar-te-ia, se a tua frágil existência&lt;br /&gt;Pudesse oferecer um cu à minha incontinência.&lt;br /&gt;Depois, arrancar-te-ia com força o coração&lt;br /&gt;Para melhor te compenetrares do meu profundo horror-&lt;br /&gt;Mas seria em vão que procuraria atingir-te,&lt;br /&gt;A tua essência escapa a quem a quer coagir.&lt;br /&gt;Não podendo esmagar-te, pelo menos entre os mortais,&lt;br /&gt;Gostaria de destruir os teus perigosos altares&lt;br /&gt;E demonstrar àqueles que um Deus ainda cativa&lt;br /&gt;Que esse aborto cobarde que a sua fraqueza adora&lt;br /&gt;Não pode pôr termo às suas paixões.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marquês de Sade &lt;em&gt;in A Verdade&lt;/em&gt;, 1787&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um para outro autómato, &lt;a href="http://www.youtube.com/view_play_list?p=522714928DA18F3C" target="_blank"&gt;a verdade segundo Richard Dawkins&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6889857302252974307-1782352625785345147?l=deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/feeds/1782352625785345147/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6889857302252974307&amp;postID=1782352625785345147&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/1782352625785345147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/1782352625785345147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/2008/01/sade-dawkins.html' title='Sade &amp;amp; Dawkins'/><author><name>jmnk</name><email>noreply@blogger.com</email></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6889857302252974307.post-3713790418014148302</id><published>2008-01-07T23:58:00.000Z</published><updated>2008-01-08T00:04:35.116Z</updated><title type='text'>Ditos e reditos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Deus não dorme!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Quando eu era menina os adultos tinham a mania de falar à frente das crianças como se elas não existissem. As pessoas crescidas, quando somos pequenos, são seres fantásticos, enormes e incompreensíveis. Falam e dizem coisas que, muitas vezes, não percebemos, mas que não deixam de nos causar medo. O poder das palavras das pessoas crescidas é muito grande e devia, por isso, ser usado com maior cuidado. Há meninos que, mesmo quando chega o escuro, permanecem na cama sem dormir, os olhos arregalados, o corpo sacudido por sensações de calor e frio, uma enorme vontade de urinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas conversas, quando eu era menina, era usual ouvir a minha avó dizer, a propósito de certos factos da vida, a frase: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;"Deus não dorme!". Que factos eram esses, qual a sua importância e dimensão, era coisa que eu desconhecia. Ficava-me a imagem desse ser estranho, assustador, capaz de coisas únicas como, por exemplo, não dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já mais crescida supus entender a existência de uma verdade e justiça universais, das quais esse Deus era fiel guardião. O medo não desapareceu, mas a ele veio juntar-se um incómodo sentimento de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;culpa&lt;/span&gt; que me fazia sentir-me feia, sempre que fazia ou desejava algo que Ele parecia não aprovar. E digo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;parecia &lt;/span&gt;porque, na minha infância, jogava-se um jogo estranho, do tipo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;dizer as regras sem explicar porquê&lt;/span&gt;. Nunca entendi bem esse jogo e duvido que os adultos o entendessem também, já que eles próprios faziam coisas bem diferentes daquelas que não se abstinham de afirmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecer Deus assim é feio, cruel e redutor; não é de espantar, pois, que na adolescência eu não me cansasse de tentar aborrecer a minha mãe, afirmando-lhe, por tudo e por nada, que não acreditava em Deus. Como nasci numa família de tradição católica, acabei mesmo por conseguir criar algumas situações de tensão e conflito, nada úteis para mim, uma vez que continuei a não ouvir qualquer explicação que me fizesse sentido como, por exemplo, a referência à palavra Amor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6889857302252974307-3713790418014148302?l=deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/feeds/3713790418014148302/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6889857302252974307&amp;postID=3713790418014148302&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/3713790418014148302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/3713790418014148302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/2007/12/ditos-e-reditos.html' title='Ditos e reditos'/><author><name>Rita</name><email>ritasantos@netcabo.pt</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02323280193405912386'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6889857302252974307.post-8919589741470452671</id><published>2008-01-07T22:21:00.001Z</published><updated>2008-01-07T22:27:44.789Z</updated><title type='text'>Da (in)visibilidade do homem</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Encantação para se ficar invisível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Invoco-te só a ti&lt;br /&gt;tu, que foste o único que tudo organizou&lt;br /&gt;No mundo para os deuses e homens.&lt;br /&gt;Tu, que te metamorfoseaste em formas santas&lt;br /&gt;e do nada obtiveste o ser e do ser o nada.&lt;br /&gt;Thayth santo, do qual não houve nenhum deus&lt;br /&gt;capaz de ver o teu rosto verdadeiro,&lt;br /&gt;faz com que aos olhos de todas as criaturas&lt;br /&gt;eu me transforme em lobo, cão, leão, fogo, lebre,&lt;br /&gt;árvore, abutre, muro, água (o que quiseres)&lt;br /&gt;pois tu tens o poder.&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Dos Gregos e Romanos, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; A Oração dos Homens, p. 335 - Assírio &amp;amp; Alvim, 2006)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;O homem quer ser invisível, poder estar em toda a parte e em parte nenhuma; quer ser deus. Foi essa necessidade de afirmação perante deus que o moldou. Para ser visível o homem quer ser invisível.&lt;br /&gt;E daqui se promete visibilidade ao invisível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6889857302252974307-8919589741470452671?l=deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/feeds/8919589741470452671/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6889857302252974307&amp;postID=8919589741470452671&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/8919589741470452671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/8919589741470452671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/2008/01/da-invisibilidade-do-homem.html' title='Da (in)visibilidade do homem'/><author><name>jmnk</name><email>noreply@blogger.com</email></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6889857302252974307.post-565979272064305017</id><published>2008-01-07T17:24:00.000Z</published><updated>2008-01-07T17:53:46.295Z</updated><title type='text'>Da (in)visibilidade de Deus</title><content type='html'>A child said What is the grass? fetching it to me with full hands;&lt;br /&gt;How could I answer the child? I do not know what it is any more than he.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(Walt Whitman)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explica-me Deus, pediu a criança. E eu fiquei ali, a olhar para ela, pensativo, sem saber o que dizer. Deus não se explica, pensei. Nem mesmo às crianças. Mas não tinha escapatória. Ela continuava ali, imóvel, atenta, à espera que eu me decidisse a começar. Seria milagre se de tanto eu fosse capaz. De explicar Deus finalmente às crianças. Bom, ao menos a uma. Mas como é que se explica Deus a uma criança, se os próprios adultos não se entendem sobre o que Deus seja. E matam-se entre si porque um acha que Deus é gordo e outro que é magro. E afinal seria melhor, antes de apressadamente pegar em armas, falar com Deus. E se fosse gordo, aconselhar-lhe uma dieta. E sendo magro, convencê-lo a comer mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus é invisível, não é? Pergunta-me a criança. E eu volto à terra e caio em mim. Afinal pouco importa se Deus é magro ou gordo, se não o podemos ver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6889857302252974307-565979272064305017?l=deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/feeds/565979272064305017/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6889857302252974307&amp;postID=565979272064305017&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/565979272064305017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6889857302252974307/posts/default/565979272064305017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://deusfinalmenteexplicadoascriancas.blogspot.com/2008/01/da-invisibilidade-de-deus.html' title='Da (in)visibilidade de Deus'/><author><name>jctp</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12806079572028908823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='01167707685006889748'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>